domingo, 24 de fevereiro de 2008

Uma sugestão musical

Aqui fica uma sugestão musical e possivelmente um estado...

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Back again...

My loves...estou de volta à esrita... já lá ia algum tempo, mas a inspiração anda longe.
Pois bem...balanços não vou fazer! estou farto de olhar para trás sempe a pensar se errei, magoei ou fui injusto com alguém que em nada me teve consideração ou vontade respeitar. Neste momento é fase de olhar em frente e continuar a fingir que sou um triste ignorante e ver até que ponto a inércia da indiferença por mim vai. Aliás...não vai a lado nenhum de certamente, porque nunca houve essa vontade, a de lutar e querer a sério algo de bom que teria a receber.
Mas é como tudo, é preciso lutar quando e destroi algo, não basta um assumir de culpa e o pedido de desculpas, na esperança que um coração mole, supostamente dependente e supostamente embevecido pelo show off, se deixe enebriar por tudo isso e continue a deixar ser enganado. Nops, nada disso, o show off fica com quem o faz e com quem se deixa ofuscar por ele, por muito que se dramatize ou até se complique as coisas, tudo na vida é pragmático. Há alturas em que nada nos adianta sentar ao canto à espera que alguém resolva por nós, já lutei por isso além das minhas forças.
Fiz o que podia, não me compete lutar por alguém que não me quer e que quer, ama ou tem alguém que não eu. Não vou lutar contra a mentira, apenas deixá-la com quem a diz e deixar apenas a porta aberta para que se mostre alguém de carácter e finalmente diga como realmente brincou com o que não devia.
E mais não posso nem vou fazer...já fiz o que podia, fui onde não devia, disse o que sentia e de nada adiantou porque nada mudou. Assim seja.
Parece que é em frente que tenho de seguir sem nada esperar...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

sábado, 29 de dezembro de 2007

2007

Cá estou eu a fazer aquilo que tudo e todos se lembram de fazer nesta altura... O que todos adorm chamar de balanço... como se durante o ano não fosse necessário medir atitudes, gestos e aspirações... mas vamos a isto... vamos ao "balancete".
Engraçado olho para trás e vejo um ano em que de facto muitas alterações à minha vida foram feitas... muita gente enrou na minha vida, revelando-se verdadeiras e boas surpresas, cimentei aquelas de quem sempre gostei e mais que tudo, recuperei as que andavam tresmalhadas!!!! De qualquer forma sejam todas essas pessoas bem vindas, se é que a minha opinião interessa para alguma coisa.
No entanto nem tudo foram rosas... houve perdas, uma especiamente um pouco traumática porque foi de facto algo para o qual não tava preparado e foi aí que sim ficou a grande lição deste ano...
Os problemas que nos congelam, não são aqueles que mais receamos e nunca se concretizam, mas sim aqueles que nos estouram na cara quando menos contamos e aí tudo se reduz à nossa capacidade de resposta a eles e a ajuda que podemos receber pa
ara os ultrapassar. sem dúvida alguma foi e está aser uma lição nisso de ajudar e ser ajudado. Eu sei, eu sei...é-me mais fácil ajudar que ser ajudado... mas falo pouco, é da minha natureza...
Mas no final, apesar de ter a cabeça muito ocupada com problemas, o ano não pode ser de forma alguma mau.
E venha o ano de 2008, que o número é bom!

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Dias assim...

Há dias assim... Hoje é um daqueles dias em que dou por mim a começar a contabilidade do ano... Algo nada bom atendendo à fase que me tem literalmente atropelado... mas isso seriam "outros quinhentos"...vou por isso me cinjir apenas ao meu estado de espírito.
Como disse...há dias assim... em que acordamos após umas semanas valentes, cheias de notícias, acontecimentos que parece que tudo tá disposto em nos fazer tropeçar e cair... Mas provavelmente sou feito de uma cepa "prima" de vaso ruim...não...cair ainda não...mas os tropeções têm me vindo a cansar...
O que me leva ao ponto inicial... ou seja... a ilha.
Há dias assim... em que acordamos e nos sentimos uma ilha... isolados de tudo e todos, seja por opção, seja porque nos esquecem ou pura e simplesmente a sucessão de acontecimentos nos deixa tão atarantados que não nos vemos capazes de falar das coisas que nos fazem encolher e calar...mas que de facto nos corroem profundamente, por nos deixarem tão desiludidos com as pessoas.
Há dias assim...em que precisamos de pessoas que nos façam sentir aconchegados, que não tamos sozinhos, que somos de alguma forma especiais ou importantes... ou que pura e simplesmente fazemos falta.
Há dias assim...em que a vontade de atirar a toalha ao chão e de tal forma grande que quase nos vence...
Há dias assim... mas se assim o fizesse nunca saberia o que tá ao virar da esquina e o que para mim tá reservado...
Há dias assim...mas sou demasiado curioso...e quando não há o que eu gostaria... viro-me para mim e é daí que tiro as forças para mudar dias assim...
Sempre haverão dias assim...

sábado, 8 de dezembro de 2007

Infantilidades

Hum... que pensar quando nos sentimos plagiados? Quando... a nossa forma de ser, que a partida e suposto ser unica se vê usada por camaleões. Pois eu digo...e sei.
Ao inicio... sentimo-os pessimos e vazios... porque quase nos ataca uma crise de identidade... mas depois passa-se ao efeito minhoca. Sim...um disparate que parece, nao e? Pois eu explico com uma frase muito simples...
"A minhoca come a couve... mas é a couve que morre depois dela..."
Por muito que se plagie, roube, minta ou aldrabe...o original há de sempre prevalecer... O resto é apenas percurso... podem levar a melhor por um curto periodo, mas ha de ser efemero e sem sustentabilidade...
Mais um desabafo... mas tudo corre bem, nao e o que se espera?

uma perspectiva...

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Demasiado Longe

Nunca eu pensei que o nome do Blog viria a ser como me sinto, nunca antes tinha explicado, mas a razão de escolha tinha sido apenas por uma música que sempre gostei, "Longe" de imaginar o quanto me iria sentir de algumas pessoas...
Entretanto...depois de um fim de semana recheado de acontecimentos, chego a conclusão de que por muito sincero que se seja, por muito que se faça por fazer os outros se sentirem bem, a verdade é que não podemos manter controlo sobre tudo. E o balanço que faço deste momento é que, tirando raras excepções, a desilusão e sensação de afastamento reina...

domingo, 18 de novembro de 2007

Domingo

Achava eu que hoje seria o dia clássico para mergulhar no sofá mais fundo e esquecer o frio que tá lá fora, longe de imaginar que o frio viria de dentro... Não me sinto capaz de me alongar hoje... as palavras não me saem, espremo-me, espremo-me e nem um ai sequer...
Enfim hoje é mesmo dificil dizer algo.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Am I?

Pode-se pedir muito...mas última palavra nunca é nossa.

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sábado, 10 de novembro de 2007

Amigos

Mas tenho-vos a voces...

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terça-feira, 6 de novembro de 2007

Hand In Your Heart

Put your hand on your heart and tell me
That we're through, ooh
Oh, put your hand on your heart
Hand on your heart

Well it's one thing to fall in love
But another to make it last
I thought that we were just begining
And now you say we're in the past

Oh, look me in the eye
And tell me we are really through

You know it's one thing to say you love me
But another to mean it from the heart
And if you don't intend to see it through
Why did we ever start

Oh, I wanna hear you tell me
You don't want my love

Put your hand on your heart and tell me
It's all over I won't believe it till you
Put your hand on your heart and tell me
That we're through, ooh

Oh, put your hand on your heart
Hand on your heart

They like to talk about forever
But most people never get the chance
Do you wanna lose our love together
Do you find a new romance

Oh, I wanna hear you tell me
You don't want my love

Tem o céu favoritos?

Pergunto-me isso hoje, num dia onde vejo que não importa o quanto se dê a algumas pessoas, nunca há de chegar. Porque por muito que se dê, por muito que se dedique, pura e simplesmente não chega, só importa que se preocupem com eles, de tal forma o seu umbigo cega a ponto de não conseguir pensar sequer que alguém que não a própria pessoa, pode passar por momentos que precise de atenção, cuidado... Mas não... não é necessário pensar que qualquer outra pessoa passe o que quer que seja...
Chega o dia em que nos temos de pôr em causa e pensar se o ego não nos cega ao ponto de tornar insensíveis e até esvaziados dos sentimentos que proclamamos. Não adianta dizer e chantagiar com aparente fragilidade... não se pode apenas pedir a ponto de secar a fonte, sem que se devolva o mínimo, mais não seja... atenção.