Cá estou eu a fazer aquilo que tudo e todos se lembram de fazer nesta altura... O que todos adorm chamar de balanço... como se durante o ano não fosse necessário medir atitudes, gestos e aspirações... mas vamos a isto... vamos ao "balancete".
Engraçado olho para trás e vejo um ano em que de facto muitas alterações à minha vida foram feitas... muita gente enrou na minha vida, revelando-se verdadeiras e boas surpresas, cimentei aquelas de quem sempre gostei e mais que tudo, recuperei as que andavam tresmalhadas!!!! De qualquer forma sejam todas essas pessoas bem vindas, se é que a minha opinião interessa para alguma coisa.
No entanto nem tudo foram rosas... houve perdas, uma especiamente um pouco traumática porque foi de facto algo para o qual não tava preparado e foi aí que sim ficou a grande lição deste ano...
Os problemas que nos congelam, não são aqueles que mais receamos e nunca se concretizam, mas sim aqueles que nos estouram na cara quando menos contamos e aí tudo se reduz à nossa capacidade de resposta a eles e a ajuda que podemos receber pa
ara os ultrapassar. sem dúvida alguma foi e está aser uma lição nisso de ajudar e ser ajudado. Eu sei, eu sei...é-me mais fácil ajudar que ser ajudado... mas falo pouco, é da minha natureza...
Mas no final, apesar de ter a cabeça muito ocupada com problemas, o ano não pode ser de forma alguma mau.
E venha o ano de 2008, que o número é bom!
sábado, 29 de dezembro de 2007
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Dias assim...
Há dias assim... Hoje é um daqueles dias em que dou por mim a começar a contabilidade do ano... Algo nada bom atendendo à fase que me tem literalmente atropelado... mas isso seriam "outros quinhentos"...vou por isso me cinjir apenas ao meu estado de espírito.
Como disse...há dias assim... em que acordamos após umas semanas valentes, cheias de notícias, acontecimentos que parece que tudo tá disposto em nos fazer tropeçar e cair... Mas provavelmente sou feito de uma cepa "prima" de vaso ruim...não...cair ainda não...mas os tropeções têm me vindo a cansar...
O que me leva ao ponto inicial... ou seja... a ilha.
Há dias assim... em que acordamos e nos sentimos uma ilha... isolados de tudo e todos, seja por opção, seja porque nos esquecem ou pura e simplesmente a sucessão de acontecimentos nos deixa tão atarantados que não nos vemos capazes de falar das coisas que nos fazem encolher e calar...mas que de facto nos corroem profundamente, por nos deixarem tão desiludidos com as pessoas.
Há dias assim...em que precisamos de pessoas que nos façam sentir aconchegados, que não tamos sozinhos, que somos de alguma forma especiais ou importantes... ou que pura e simplesmente fazemos falta.
Há dias assim...em que a vontade de atirar a toalha ao chão e de tal forma grande que quase nos vence...
Há dias assim... mas se assim o fizesse nunca saberia o que tá ao virar da esquina e o que para mim tá reservado...
Há dias assim...mas sou demasiado curioso...e quando não há o que eu gostaria... viro-me para mim e é daí que tiro as forças para mudar dias assim...
Sempre haverão dias assim...
Como disse...há dias assim... em que acordamos após umas semanas valentes, cheias de notícias, acontecimentos que parece que tudo tá disposto em nos fazer tropeçar e cair... Mas provavelmente sou feito de uma cepa "prima" de vaso ruim...não...cair ainda não...mas os tropeções têm me vindo a cansar...
O que me leva ao ponto inicial... ou seja... a ilha.
Há dias assim... em que acordamos e nos sentimos uma ilha... isolados de tudo e todos, seja por opção, seja porque nos esquecem ou pura e simplesmente a sucessão de acontecimentos nos deixa tão atarantados que não nos vemos capazes de falar das coisas que nos fazem encolher e calar...mas que de facto nos corroem profundamente, por nos deixarem tão desiludidos com as pessoas.
Há dias assim...em que precisamos de pessoas que nos façam sentir aconchegados, que não tamos sozinhos, que somos de alguma forma especiais ou importantes... ou que pura e simplesmente fazemos falta.
Há dias assim...em que a vontade de atirar a toalha ao chão e de tal forma grande que quase nos vence...
Há dias assim... mas se assim o fizesse nunca saberia o que tá ao virar da esquina e o que para mim tá reservado...
Há dias assim...mas sou demasiado curioso...e quando não há o que eu gostaria... viro-me para mim e é daí que tiro as forças para mudar dias assim...
Sempre haverão dias assim...
sábado, 8 de dezembro de 2007
Infantilidades
Hum... que pensar quando nos sentimos plagiados? Quando... a nossa forma de ser, que a partida e suposto ser unica se vê usada por camaleões. Pois eu digo...e sei.
Ao inicio... sentimo-os pessimos e vazios... porque quase nos ataca uma crise de identidade... mas depois passa-se ao efeito minhoca. Sim...um disparate que parece, nao e? Pois eu explico com uma frase muito simples...
"A minhoca come a couve... mas é a couve que morre depois dela..."
Por muito que se plagie, roube, minta ou aldrabe...o original há de sempre prevalecer... O resto é apenas percurso... podem levar a melhor por um curto periodo, mas ha de ser efemero e sem sustentabilidade...
Mais um desabafo... mas tudo corre bem, nao e o que se espera?
Ao inicio... sentimo-os pessimos e vazios... porque quase nos ataca uma crise de identidade... mas depois passa-se ao efeito minhoca. Sim...um disparate que parece, nao e? Pois eu explico com uma frase muito simples...
"A minhoca come a couve... mas é a couve que morre depois dela..."
Por muito que se plagie, roube, minta ou aldrabe...o original há de sempre prevalecer... O resto é apenas percurso... podem levar a melhor por um curto periodo, mas ha de ser efemero e sem sustentabilidade...
Mais um desabafo... mas tudo corre bem, nao e o que se espera?
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Demasiado Longe
Nunca eu pensei que o nome do Blog viria a ser como me sinto, nunca antes tinha explicado, mas a razão de escolha tinha sido apenas por uma música que sempre gostei, "Longe" de imaginar o quanto me iria sentir de algumas pessoas...
Entretanto...depois de um fim de semana recheado de acontecimentos, chego a conclusão de que por muito sincero que se seja, por muito que se faça por fazer os outros se sentirem bem, a verdade é que não podemos manter controlo sobre tudo. E o balanço que faço deste momento é que, tirando raras excepções, a desilusão e sensação de afastamento reina...
Entretanto...depois de um fim de semana recheado de acontecimentos, chego a conclusão de que por muito sincero que se seja, por muito que se faça por fazer os outros se sentirem bem, a verdade é que não podemos manter controlo sobre tudo. E o balanço que faço deste momento é que, tirando raras excepções, a desilusão e sensação de afastamento reina...
domingo, 18 de novembro de 2007
Domingo
Achava eu que hoje seria o dia clássico para mergulhar no sofá mais fundo e esquecer o frio que tá lá fora, longe de imaginar que o frio viria de dentro... Não me sinto capaz de me alongar hoje... as palavras não me saem, espremo-me, espremo-me e nem um ai sequer...
Enfim hoje é mesmo dificil dizer algo.
Enfim hoje é mesmo dificil dizer algo.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
sábado, 10 de novembro de 2007
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Hand In Your Heart
Put your hand on your heart and tell me
That we're through, ooh
Oh, put your hand on your heart
Hand on your heart
Well it's one thing to fall in love
But another to make it last
I thought that we were just begining
And now you say we're in the past
Oh, look me in the eye
And tell me we are really through
You know it's one thing to say you love me
But another to mean it from the heart
And if you don't intend to see it through
Why did we ever start
Oh, I wanna hear you tell me
You don't want my love
Put your hand on your heart and tell me
It's all over I won't believe it till you
Put your hand on your heart and tell me
That we're through, ooh
Oh, put your hand on your heart
Hand on your heart
They like to talk about forever
But most people never get the chance
Do you wanna lose our love together
Do you find a new romance
Oh, I wanna hear you tell me
You don't want my love
That we're through, ooh
Oh, put your hand on your heart
Hand on your heart
Well it's one thing to fall in love
But another to make it last
I thought that we were just begining
And now you say we're in the past
Oh, look me in the eye
And tell me we are really through
You know it's one thing to say you love me
But another to mean it from the heart
And if you don't intend to see it through
Why did we ever start
Oh, I wanna hear you tell me
You don't want my love
Put your hand on your heart and tell me
It's all over I won't believe it till you
Put your hand on your heart and tell me
That we're through, ooh
Oh, put your hand on your heart
Hand on your heart
They like to talk about forever
But most people never get the chance
Do you wanna lose our love together
Do you find a new romance
Oh, I wanna hear you tell me
You don't want my love
Tem o céu favoritos?
Pergunto-me isso hoje, num dia onde vejo que não importa o quanto se dê a algumas pessoas, nunca há de chegar. Porque por muito que se dê, por muito que se dedique, pura e simplesmente não chega, só importa que se preocupem com eles, de tal forma o seu umbigo cega a ponto de não conseguir pensar sequer que alguém que não a própria pessoa, pode passar por momentos que precise de atenção, cuidado... Mas não... não é necessário pensar que qualquer outra pessoa passe o que quer que seja...
Chega o dia em que nos temos de pôr em causa e pensar se o ego não nos cega ao ponto de tornar insensíveis e até esvaziados dos sentimentos que proclamamos. Não adianta dizer e chantagiar com aparente fragilidade... não se pode apenas pedir a ponto de secar a fonte, sem que se devolva o mínimo, mais não seja... atenção.
Chega o dia em que nos temos de pôr em causa e pensar se o ego não nos cega ao ponto de tornar insensíveis e até esvaziados dos sentimentos que proclamamos. Não adianta dizer e chantagiar com aparente fragilidade... não se pode apenas pedir a ponto de secar a fonte, sem que se devolva o mínimo, mais não seja... atenção.
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Think Jane, Think!

Mais um balanço... Pois bem, passaram uns dias valentes desde a última vez que escrevi e cá estou eu de volta, casamentos, aniverários, despedidas, reencontros tudo junto em mais uma montnha russa para um lamechas com aqueles de quem gosto.
Cronologicamente, o casamento... uma amiga por quem tenho um carinho enorme que cumpriu o seu sonho e casou com o seu príncipe da Dinamarca, convite ao qual aceitei com algum receio...confesso! Casamentos...uma daquelas festas onde o solteiro é uma de deuas hipóteses...o animal com lepra ou o cachorro abandonado. Mas não... apenas com alguns minutos de saudades, solidão e confesso...uma pequena ponta de inveja por ver alguém assim tão feliz e apaixonado, minutos abruptamente interrompidos pela minha legião de "Carries; Samanthas; Mirandas e Charlottes" que me obrigaram a inverter a cara quase emburrada que estava a por... Sim porque esta verdadeira legião de mulheres emancipadas é o verdadeiro orgulho deste jovem, mas em momento algum permitiram que estivesse "sozinho" largado as feras que se passeiam a solta nos casamentos para devorar ate a exaustao essas presas faceis que sao as pessoas bem resolvidas e emancipadas - os solteiros! Mas depois de uma exaustiva descriçao daquilo que foi uma meia hora, numa festa onde reencontrei amigos/as que por mim nutrem o maior dos carinhos e me fizeram sentir como se valesse milhões. Elogiado como há muito não era, explodi no meu melhor...passando a imodéstia... diversão, dança e mimar aqueles que me querem bem. E confesso adorei! Senti-me muito bem ao ver que a marca que deixo, e nem sempre temos noção disso...é muito boa.
Mas nem só de casamentos foi feito... Além dos reencontros no casamento, tive o prazer de voltar a estar com um amigo que sim, esse por burrice minha estava na "gaveta" primeiro por distância e depois por algum defeito meu de não ligar e manter contacto... Pois bem um jantar óptimo a por conversa em dia fez maravilhas, por ver bem alguém por quem tenho um carinho enorme. Só posso dizer... Welcome back!
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Na véspera de 800Km em trabalho.
Mais tempo vai passando e não vejo as coisas a mudar muito... Sinto um contacto distante cada vez que comunicamos, uma distância em relação a mim que não entendo. Tento mostrar que em mim nada mudou, mas mais parece que há necessidade em me magoar cada vez que não posso fazer algo, que não faz... Numa atitude injusta e mesmo até egoista de me castigar, como que a ver se sobrevivo ao "teste".
Mas isso só me deixa baixar os braços, porque dúvidas de que gosto não há, no entanto o que nos rodeia já causa estragos, agora "testes"... não há necessidade...
Enfim...luto contra mim mesmo para não me calar, mas começa a ser dificil... porque com o calar vem o deixar andar, mas até de me ouvir a dizer as mesmas coisas eu me começo a cansar... por isso se começo eu a cansar de me ouvir, imagino o resto...
Sobra e resta o trabalho e as Arquitecturas...que me absorvem e deixam pouco tempo para pensar, é melhor assim porque já não sei se realmente me querem... se assim fosse, seria bem diferente, no mínimo seria um pouco diferente e tudo seria muito mais fácil para os dois... Não é só a mim que cabe mudar.
Mas isso só me deixa baixar os braços, porque dúvidas de que gosto não há, no entanto o que nos rodeia já causa estragos, agora "testes"... não há necessidade...
Enfim...luto contra mim mesmo para não me calar, mas começa a ser dificil... porque com o calar vem o deixar andar, mas até de me ouvir a dizer as mesmas coisas eu me começo a cansar... por isso se começo eu a cansar de me ouvir, imagino o resto...
Sobra e resta o trabalho e as Arquitecturas...que me absorvem e deixam pouco tempo para pensar, é melhor assim porque já não sei se realmente me querem... se assim fosse, seria bem diferente, no mínimo seria um pouco diferente e tudo seria muito mais fácil para os dois... Não é só a mim que cabe mudar.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Ohoho don't let me go
Três da manha e cá ando eu ainda no ritmo da semana de loucos de trabalho, em que a minha média de horas de sono não ultrapassou as 3 - 4h... Dou por mim a pensar, depois de um momento de descompressão que fez maravilhas por mim, que já estava a descolar da realidade, de tão doido que tava a dar e na minha cabeça só se ouvia...
"Ó sinhore Fernándu, eu apertei a falánge..." (sim...Fernándu, porque há dificuldade em perceber diferença entre Fernandes e Fernando..) Isto quando declaradamente estava eu no meu limite de demência...e no auge de uma autêntica guerra contra a burrice e limitação de raciocínio.
Mas dou por mim, e mais uma vez percebo, aqueles que me querem bem e me acarinham a tal ponto de se preocuparem por eu não dar notícias. talvez nisso seja desleixado, outras para ver quer realmente sente falta, mas a verdade é que aprendi a muito custo que "as coisas não são como queremos"...
Claro que só me posso lembrar da minha limitação ou mesmo incapacidade em lidar com sentimentos de perda, mas como tudo, atinge um limite de cansaço e por muito que fale e me ponha de coração aberto há sempre muito que não consigo falar se não tiverem igual abertura comigo. (pausa) Hum...voltei atrás para reler e vejo o quão cansado tou...sinto que tenho tanto para dizer a tanta gente mas tá tudo a querer sair ao mesmo tempo... No entento vejo que poucos estão para ouvir. Ainda assim os que estão, estão bem. O resto? Hum... Há que ver se é suposto estarem ou mesmo se querem estar para me ouvir.
Resta-me a boa notícia de algo que se renova...e quem sabe em breve volto a sentir-me assim...
_
"Ó sinhore Fernándu, eu apertei a falánge..." (sim...Fernándu, porque há dificuldade em perceber diferença entre Fernandes e Fernando..) Isto quando declaradamente estava eu no meu limite de demência...e no auge de uma autêntica guerra contra a burrice e limitação de raciocínio.
Mas dou por mim, e mais uma vez percebo, aqueles que me querem bem e me acarinham a tal ponto de se preocuparem por eu não dar notícias. talvez nisso seja desleixado, outras para ver quer realmente sente falta, mas a verdade é que aprendi a muito custo que "as coisas não são como queremos"...
Claro que só me posso lembrar da minha limitação ou mesmo incapacidade em lidar com sentimentos de perda, mas como tudo, atinge um limite de cansaço e por muito que fale e me ponha de coração aberto há sempre muito que não consigo falar se não tiverem igual abertura comigo. (pausa) Hum...voltei atrás para reler e vejo o quão cansado tou...sinto que tenho tanto para dizer a tanta gente mas tá tudo a querer sair ao mesmo tempo... No entento vejo que poucos estão para ouvir. Ainda assim os que estão, estão bem. O resto? Hum... Há que ver se é suposto estarem ou mesmo se querem estar para me ouvir.
Resta-me a boa notícia de algo que se renova...e quem sabe em breve volto a sentir-me assim...
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segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Um presente
É incrivel... quando nos achamos incompreendidos aparece alguém que nos rodeia e diz ou faz algo tão acertivo que nos deixa atordoados. Achamos sempre que somos a coisa mais complicada a face da terra e sem solução à vista. Este foi um presente de um amigo, digo presente porque foi a música certa no momnto certo. Não porque a julgue deprimente... apenas relaxante e quase o exorcisar da dita ansiedade de não ter aquele "alguém" perto.
"Grazzie mile" amiguito.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Obrigado
Dizia alguém hoje, que o Porto ta mais bonito, desempoeirado... Mas vejo-me forçado a concordar é certo... Mas não sem deixar um reparo ao facto de quando nos vemos, e aí prefiro a palavra em castelhano.... "arroupados" por amigos de verdade, de pessoas sinceras e que nos querem bem é facil para nós retribuir na mesma medida...
E é assim mesmo que me sinto. Bem, aliás muito bem! Por um simples facto de que me sinto rodeado pelas pessoas certas, no sitio mais ou menos certo...pelo menos para ja. E acima de tudo sentir que visto uma pele que é de facto minha, sem fugas, sem ter de deixar partes da minha vida de fora no meu círculo de confiança.
Obrigado pelo privilégio de vos conhecer.
E é assim mesmo que me sinto. Bem, aliás muito bem! Por um simples facto de que me sinto rodeado pelas pessoas certas, no sitio mais ou menos certo...pelo menos para ja. E acima de tudo sentir que visto uma pele que é de facto minha, sem fugas, sem ter de deixar partes da minha vida de fora no meu círculo de confiança.
Obrigado pelo privilégio de vos conhecer.
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